Initulado 365 Nights: A Memoir of Intimacy (“365 Noites: Uma História de Intimidade”), o livro foi escrito por Charla Muller, que vive com o marido, Brad, na cidade de Charlotte, na Carolina do Norte.
Charla fez a proposta para o marido quando ele completou 40 anos de idade. Ela ofereceu fazer sexo todos os dias durante um ano como um presente de aniversário.
Segundo ela, eles estavam casados há oito anos, tinham um casamento sólido e dois filhos, mas o sexo tinha caído na rotina. Por isso, decidiu fazer a oferta para o marido, que inicialmente recusou a proposta, mas concordou em seguida.
“A idéia cumpria todos os requisitos de um bom presente: inesperado, bem pensado, memorável, com boa relação custo-benefício e, especialmente, perfeito para quem o recebe”, diz o livro.
CALENDÁRIO
Para cumprir a tarefa, o casal teve que criar um calendário diário para a atividade e algumas regras básicas para conseguir manter relações todos os dias.
Entre as regras, por exemplo, estava a possibilidade de um dos dois negarem fazer sexo se não estivessem com vontade e o tempo de duração da relação.
Além disso, quando um dos dois estivesse viajando a trabalho, não teriam relações e não precisariam “repor” os dias que perderam.
“A proposta não foi feita para se tornar uma maratona ou para batermos algum recorde, mas uma tentativa sincera de aproximação pela intimidade e conexão diária”, afirma o texto do livro.
O casal revela que não fez sexo durante os 365 dias, mas que manteve uma média de 26 a 28 dias por mês.
Segundo Charla, a atividade trouxe benefícios para o casal, que agora tem um nível maior de intimidade, não apenas sexual.
“O presente foi uma forma pessoal – bem pessoal – de mostrar ao Brad como eu estava comprometida com nosso casamento”, afirma Charla Muller em um dos trechos do livro, publicado pela editora Berkley Books.
Além de 365 Nights, um livro similar também teve lançamento recente nos Estados Unidos. Em Just do It (“Simplesmente Faça”, em tradução livre), o casal Douglas e Annie Brown conta a experiência de passar 100 dias mantendo relações sexuais todos os dias.
“SIMPLESMENTE FAÇA”
Douglas Brown sofre menos com as inibições que costumava ter no passado. “Eu me sinto muito menos na obrigação de desempenhar”, ele diz. “Depois de 100 dias, isso simplesmente desaparece”.
Mesmo assim, ele não recomenda a experiência a qualquer pessoa. “Estou feliz porque o fizemos”, diz. “Mas em termos de mensagem prática, ninguém precisa fazer sexo por 100 dias consecutivos. Não é preciso escalar o Monte Everest para compreender o que o alpinismo pode ter de sublime”.
OBS.: Procurei a venda do livro em lojas aqui na Internet, mas não achei. Suponho que ainda não tenha a venda dele no Brasil.
OBS.²: A Malu não tá lendo esta matéria, né? Capaz de ela imitar…
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Eu sou uma adolescente com hormônios a mil, sem namorado, sem talento pra galinhagem e com um Primo Gato desfilando sem camisa em casa. É claro que eu tenho fogo! xD
E eu quero esse livro =3
Parabens para ele.
Apesar da idade deve ter a potencia de um jovem…
[Anotando o nome do livro e pedindo carregamento de 100kg de sementes de melancia...]
transar todos os dias com a própria esposa? tenho lá minhas dúvidas se o marido gostou mesmo do presente… rsrs
Que história bonita. E não faz um “ode a promiscuidade”, é apenas um casal que se ama e concretiza isso…rs.